As estruturas onshore brasileiras efetivamente aplicadas pela MAM em casos reais, separadas por tipo de ativo e perfil familiar.
O erro mais comum é tratar holding como se fosse uma entidade única e sempre eficaz. Existem variações com regras tributárias, sucessórias e de governança radicalmente distintas. A escolha errada não falha em uma reunião: falha em inventário, em execução fiscal ou em divórcio.
Este material descreve o que cada estrutura onshore protege de fato, contra qual risco, e em que regime. Sem promessa, com aplicação por tipo de ativo e perfil familiar.
Holding mal montada é etiqueta. O patrimônio segue exposto, só com endereço diferente.
Patrimonial, participação, familiar, mista. Quando cada uma faz sentido e quando é erro.
Riscos técnicos da exposição PF em LTDA e quando interposição é obrigatória.
Cláusulas que sustentam continuidade, saída, sucessão e governança em ciclos longos.
Como a estrutura é testada nos anos. O que distingue holding funcional de fachada.
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