Por onde começar, qual veículo escolher, em que jurisdição constituir e como amarrar a política de investimentos offshore. Visão consolidada de um multi family office.
O Brasil tem moeda fraca, estado devedor e regramento tributário em mutação. Famílias patrimonializadas que ainda mantêm 100% do capital em risco doméstico carregam uma exposição que não se justifica tecnicamente. Internacionalizar deixou de ser preferência. Passou a ser obrigação para qualquer estrutura que pretenda atravessar três gerações.
Esta masterclass apresenta o método aplicado pela MAM em duas décadas de mandato: definir a tese de investimentos antes do veículo, escolher a jurisdição em função da tese, e só então selecionar provedores. O caminho passa por holdings em jurisdições de direito britânico (BVI, Cayman, Bahamas, Bermuda, St. Kitts and Nevis), sociedades de investimento na Flórida ou em Portugal, e ferramentas sucessórias como joint tenancy e copropriedade.
Você não precisa ser milionário na Bolívia. Precisa ser milionário em moeda forte e em jurisdição séria.
Risco cambial, político e geográfico. Por que o dólar segue como o lastro monetário e ponto de partida natural.
BVI, Cayman, Bahamas, Bermuda, St. Kitts and Nevis. Critérios de signatários OCDE, custo sucessório fixo e copropriedade britânica.
Flórida para mercado americano, sociedade portuguesa para Europa. Por que Portugal não funciona como ponte para os Estados Unidos.
Framework macro, recortes para liquidez e economia real, revisão semestral em abril e outubro, escolha do mix de provedores.
PDF complementar com o framework aplicado em casos reais. Acesso gratuito via área de membros MAM Academy.
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Material institucional. Acesso restrito a investidores qualificados em fase de planejamento ou revisão de estrutura internacional. Sem compromisso comercial.