O guia que combina veículos americanos, holdings offshore e sucessão para famílias UHNW que decidiram operar parte do patrimônio nos Estados Unidos.
O Brasil atravessa um ciclo de mudanças tributárias retroativas. Fundos exclusivos, offshores e ativos em jurisdição estrangeira foram realocados pela nova lei de tributação automática em 31 de dezembro. Famílias UHNW que mantêm patrimônio em mais de uma jurisdição precisam revisar veículos, redomiciliar holdings e auditar acordos de bitributação que nunca chegaram a existir entre Brasil e Estados Unidos.
Esta masterclass organiza a tese central de Rafael Bastos sobre internacionalização patrimonial. O ponto de partida é o imposto sucessório americano, que aplica alíquota progressiva de 18% a 40% sobre o patrimônio do não residente acima da faixa de US$60 mil. Sem estrutura, o investidor que mantém ações na corretora americana, imóvel na Flórida ou conta em XP Securities expõe a família a custos sucessórios cinco vezes maiores que o ITCMD médio brasileiro.
Não monte um castelo de cartas. A estrutura societária correta na origem custa menos do que a retificação cinco anos depois.
Faixa de isenção de US$60 mil para não residentes, alíquota até 40% e quais ativos americanos entram no espólio.
BVI, Cayman, Bahamas e Bermuda como camadas intermediárias. Quando a LLC americana basta e quando exige offshore acima.
Não há tratado formal. Há reconhecimento de reciprocidade do imposto federal. O IR estadual da Flórida não gera crédito no Brasil.
Implicações de se tornar residente fiscal americano via greencard, FATCA, dividendos brasileiros e tabela progressiva até 37%.
PDF complementar com o framework aplicado em casos reais. Acesso gratuito via área de membros MAM Academy.
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Material institucional. Acesso restrito a investidores qualificados que avaliam ou já operam estruturas patrimoniais internacionais. Sem compromisso comercial.