Como famílias ultramilionárias separam pessoa física de jurídica, internacionalizam governança e operam em moeda forte para resistir à perseguição arrecadatória e ao risco judicial brasileiro.
O Brasil foi por muitos anos um dos países mais confortáveis do mundo para o indivíduo patrimonializado: dividendos isentos, sucessão barata, ativos no exterior diferidos, fundos exclusivos sem come cotas. Acabou. Reforma tributária, desconsideração de pessoa jurídica no exterior, tributação de grandes fortunas em pauta e progressão do ITCMD reorganizam a régua para o investidor doméstico.
Esta masterclass apresenta o que a MAM observou em duas décadas de mandatos UHNW: três comportamentos consistentes das famílias soberanas, três benefícios concretos da estrutura internacional e por que ricos soberanos antecipam a organização enquanto o risco ainda é hipótese.
Ricos soberanos não esperam o risco virar ameaça. Estruturam antes. Quem espera, perde.
Não confiar no Brasil como guardião patrimonial, separar pessoa física de jurídica e pensar em três a quatro gerações à frente.
Como manter ativos no Brasil mas com cabeça societária offshore em jurisdição de common law que protege a propriedade privada.
Quando cada um cabe. Cayman, BVI, Bahamas, Liechtenstein, Panamá, Suíça. Joint tenancy e copropriedade britânica para sucessão.
Elisão fiscal lícita, exposição em moeda forte e proteção sucessória contra credores, judiciário, fisco e instabilidade matrimonial.
PDF complementar com o framework aplicado em casos reais. Acesso gratuito via área de membros MAM Academy.
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Material institucional. Acesso restrito a investidores em fase de avaliação ou implementação de estrutura internacional UHNW. Sem compromisso comercial.