Liquidez, ativos imobiliários e empresariais exigem veículos societários distintos. A masterclass detalha o tripé que separa proteção real de romantismo patrimonial.
O Brasil estimula o investidor a manter patrimônio na pessoa física com isenções para LCI, LCA, LCD, poupança e ganho imobiliário em janelas curtas. O custo desse incentivo é alto. A declaração de bens é o catálogo aberto que tribunais e credores consultam para penhora rápida. Empresários, herdeiros e profissionais de risco civil elevado pagam o preço quando a estrutura amadora encontra a primeira ação trabalhista, divórcio ou execução fiscal.
Esta masterclass apresenta o tripé de veículos que cada família UHNW deveria operar: pessoa jurídica financeira para liquidez, sociedade patrimonial para imóveis e holding para ativos empresariais. Cada veículo tem regramento próprio, alíquota própria e função sucessória própria. Misturar classes de ativo dentro do mesmo veículo gera sobretributação e perda de governança.
Em nove de cada dez estruturas que auditamos há erro grave. O problema raramente é não ter feito. É ter feito errado.
Vulnerabilidade do sigilo, responsabilidade civil em incorporações, bloqueio judicial automatizado e contágio em sociedades limitadas.
Custódia institucional, governança discricionária e por que aplicação financeira em patrimonial de lucro presumido sobretributa.
Veículo correto para imóveis e SPEs, holding para participações societárias, acordos de sócio com governança e regramento sucessório.
Quando a estrutura precisa ser duplicada fora do Brasil. Beneficiário final, identificação bancária e disclosure ao CRS.
PDF complementar com o framework aplicado em casos reais. Acesso gratuito via área de membros MAM Academy.
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Material institucional. Acesso restrito a investidores qualificados que avaliam ou já operam estruturas patrimoniais com risco de exposição civil. Sem compromisso comercial.